Já sem raios de sol
É ali que, uma vez mais, ela procura o seu estar mais puro
Enterra o corpo na areia e sente aquela cacimba de mar chamá-la
Sem medos, mergulha no que sabe ser o seu maior conforto
Queda-se ali
Serena
De sorriso posto e alma aberta
E escuta
Deixa o mar banhar o seu corpo enquanto essa voz lhe afaga a alma
Ora quente
Ora frio
E enquanto a onda se forma e logo rapidamente se fecha em espuma
O reflexo da lua brilha ainda mais o seu olhar
Ninguém vê
Ela está ali sozinha
A ouvir de novo aquela voz
Que num instante a abraça e preenche
E rapidamente desvanece
Apenas para recomeçar
...de novo e dentro de si
Magíka
22.05.2010
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