Que caminho tão familiar
Tão curto, por mais longe que esteja
Para chegar a ti
E me perder nesse abraço
Salgado de mar e banhado de lua
De perder o tempo enquanto danço para ti
De te ouvir e me deixar embalar
Quando me trazes o sereno da paixão de viver
No limite
Sem hesitar
É para ti que caminho
Sempre
Magíka
25.05.2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
... de novo e dentro de si
Já sem raios de sol
É ali que, uma vez mais, ela procura o seu estar mais puro
Enterra o corpo na areia e sente aquela cacimba de mar chamá-la
Sem medos, mergulha no que sabe ser o seu maior conforto
Queda-se ali
Serena
De sorriso posto e alma aberta
E escuta
Deixa o mar banhar o seu corpo enquanto essa voz lhe afaga a alma
Ora quente
Ora frio
E enquanto a onda se forma e logo rapidamente se fecha em espuma
O reflexo da lua brilha ainda mais o seu olhar
Ninguém vê
Ela está ali sozinha
A ouvir de novo aquela voz
Que num instante a abraça e preenche
E rapidamente desvanece
Apenas para recomeçar
...de novo e dentro de si
Magíka
22.05.2010
É ali que, uma vez mais, ela procura o seu estar mais puro
Enterra o corpo na areia e sente aquela cacimba de mar chamá-la
Sem medos, mergulha no que sabe ser o seu maior conforto
Queda-se ali
Serena
De sorriso posto e alma aberta
E escuta
Deixa o mar banhar o seu corpo enquanto essa voz lhe afaga a alma
Ora quente
Ora frio
E enquanto a onda se forma e logo rapidamente se fecha em espuma
O reflexo da lua brilha ainda mais o seu olhar
Ninguém vê
Ela está ali sozinha
A ouvir de novo aquela voz
Que num instante a abraça e preenche
E rapidamente desvanece
Apenas para recomeçar
...de novo e dentro de si
Magíka
22.05.2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
...
Apanha-me...
No ar
E voa comigo ali
Onde eu estiver porque não vou querer descer
Vou querer ali ficar
A pairar
Mas apanha-me
Mesmo que não vá a cair
Apanha-me para ti
Para perto de ti
Magíka
No ar
E voa comigo ali
Onde eu estiver porque não vou querer descer
Vou querer ali ficar
A pairar
Mas apanha-me
Mesmo que não vá a cair
Apanha-me para ti
Para perto de ti
Magíka
quarta-feira, 12 de maio de 2010
A tua presença ausente...
Revi ali naquele momento um milhão de sentimentos
Tão passados
Tão sentidos
Tão presentes
Subi ao lugar onde tanto escrevinhei sobre os tudos e os nadas
Tão sentidos
Tão presentes
Subi ao lugar onde tanto escrevinhei sobre os tudos e os nadas
E sorri
Sorriso da cor do sol que me abre o coração
Olhei em frente
Para o que olhava para mim
E senti-me partir
Larguei este estar
Deixei-me ficar ali enquanto voei nas tuas palavras
Na tua presença
Ausente
Guarda-me
Junto a ti
Com este sorriso de sol
Que todos os dias aguarda por ti
No último resquício de luz
E se aconchega com o teu abraço de lua
Com cheiro de mar e sabor de ... morango
Sorriso da cor do sol que me abre o coração
Olhei em frente
Para o que olhava para mim
E senti-me partir
Larguei este estar
Deixei-me ficar ali enquanto voei nas tuas palavras
Na tua presença
Ausente
Guarda-me
Junto a ti
Com este sorriso de sol
Que todos os dias aguarda por ti
No último resquício de luz
E se aconchega com o teu abraço de lua
Com cheiro de mar e sabor de ... morango
Magíka
08.05.2010
08.05.2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
...
Numa dessas muitas séries que vemos na TV, muitas vezes fora de horas, outras tantas repetidas, vi uma cena que culminava numa frase que me fez tremer. Não interessa muito o enquadramento mas para que se situem aqui vai: alguém tinha perdido todos os seus bens e a juíza, muito indignada, com um semblante carregado e estupefacto, pergunta «O que aconteceu ao seu dinheiro... o que fez a tudo o que adquiriu nestes anos todos... as coisas que se adquirem ao longo da vida. Onde estão as coisas pelas quais se mede uma vida?»
Existem coisas que nos assustam e, não há muito tempo, numa conversa de final de noite entre alguns dos meus amigos mais chegados, partilhei um dos meus maiores receios.
Ficar sem tecto.
Existe um milhão de coisas que nos podem afligir mas no meio delas existem receios, e quiçá medos profundos, que embora saibamos serem quase impossíveis – repito, quase impossíveis – nos assolam a alma.
A mim será isso... ficar sem tecto. Sem calor, sem conforto...
Quem tem Família, quem tem Amigos, quem tem Amor, não fica sem tecto... pareceu ser a resposta unânime. Mas quem sabe o que levou àquele instante em que os sem tecto do mundo o passaram a ser... com Família, com Amigos, com Amor... Em que perdem tudo deixando a vida levar o que de mais valioso têm. Muitas vezes sem poderem ripostar, outras porque apenas baixaram os braços.
É um medo irracional e sem explicação possível. Não retrai, não assusta fazendo retroceder. Existe e é forte mas não impede de avançar.
E porque num minuto posso perder tudo, mesmo aquilo que é meu, vou vivendo cada momento, cada instante, sofregamente ...
Foi nesta leveza de estar e de querer que fui largando as coisas pelas quais se mede uma vida... e é assim que sou feliz! Porque quero medir a minha vida por Amor!!
Magíka
05.05.2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Segreda-me...
Esse cantar de segredos dos recantos do teu mundo
Que no seu caminho se juntam com os meus
É por esses segredos que te vou seguindo
Para te olhar nesse sentir
Segreda-me
Os sons que te aquecem
Que no meu gostar de ti se revelam num sorriso
E se cantares para mim
Só para me fazeres parar
Sigo sempre o meu caminho
Aquele que entre recantos e medos se junta no teu
Sobre segredos de sons com quem me deito e acordo
Segreda-me
O sentir que te envolve
Que no meu querer te desejam
Encontra-me nesse meio caminho
Entre ouvir e sentir
Mas segreda-me...
Magíka
04.05.2010
Que no seu caminho se juntam com os meus
É por esses segredos que te vou seguindo
Para te olhar nesse sentir
Segreda-me
Os sons que te aquecem
Que no meu gostar de ti se revelam num sorriso
E se cantares para mim
Só para me fazeres parar
Sigo sempre o meu caminho
Aquele que entre recantos e medos se junta no teu
Sobre segredos de sons com quem me deito e acordo
Segreda-me
O sentir que te envolve
Que no meu querer te desejam
Encontra-me nesse meio caminho
Entre ouvir e sentir
Mas segreda-me...
Magíka
04.05.2010
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